quarta-feira, janeiro 21, 2009

Dhlakama, Obama de Moçambique?

Afonso Dhlakama, líder da Renamo, afirmou, ontem, em entrevista à STV, de forma peremptória que ele era o Obama de Moçambique. Por outras palavras, pretende o líder da Renamo dizer que as mudanças ocorridas em Moçambique nos últimos 16 anos ( no plano político, económico e social) foram por si desencadeadas. Interessante! Ora, será ele o Obama de Moçambique...? Não terá sido muito ousado, ou, digamos assim, atrevido? Como é que se manifestaria o Presidente Obama, caso este conhecesse perfeitamente a figura de Afonso Dhlakama? Alguém que me possa ajudar?

8 comentários:

Nelson disse...

Esse negócio de comparação chega a ser bem caricato. Se compara as vezes coisas que simplesmente não tem nada a ver uma com outra. A maior diferença que acho entre esse dois é o apoio popular. Apesar da sua tão propalada inexperiência, Obama conseguiu atraves de discursis coerentes, fazer acreditar os Americanos, nas suas mais diversas versões(brancos, negros, católicos, protestantes, democratas, republicanos...etc) que a mudança que eles anseia pode acontecer com Obama na presidência. Obama foi apoiado por quase todos americanos. Dhlakama não sei quem em Moçambique ainda o apoia e porque o faz. Não sei mesmo por isso comparar Obama e Dhlakma é no mínimo ridículo para mim

happyandsadthoughts disse...

Acho que para se fazer uma comparação de duas "coisas" temos que utilizar parametros, não vamos apenas comparar. Por isso quando, no outro dia vi o dignissimo representante da oposição moçambicana a proferir tais palavras me questionei "em quê é que ele se considera igual ao Obama?" por ser africano?, Por ser negro?, talvez mas se formos analisar os outros aspectos que podemos utilizar para descrever o Presidente dos EUA não consigo visualizar o presidente da RENAMO, senão vejamos: este não ganhou NENHUMA eleição; a retórica (discurso) não é dos melhores porque algumas palavras são pessimamente pronunciadas, etc. Poderia ficar aqui a enumerar uma série de aspectos que o afastam do Obama, mas o Sr. Dhlakama esta muito longe de ser o Obama de Moçambique.
Em minha opinião, o Daviz Simango (edil da Beira) sim demonstrou que tinha capacidade de sozinho vencer uma campanha, sem a ajuda da maquina partidária e demonstrando que, pelo menos, nos proximos quatro anos a Beira deverá vergar-se aos seus pés.

Hermenegildo disse...

Parece mesmo pouco inteligente...

Obama é tão admirador de JonhKenedy e Martin Luther King, mas nunca ousou “assemelhar-se” estas figuras.

A irracionalidade é atrevida e incauta.

Dentro em breve vem mais uma...

PS: só um exemplo da diferença abismal entre o “pai da democracia” e Obama
No decurso do seu mandato como senador por Illinios, o actual Presidente Obama,deu importante contributo para controlar o uso de armas de fogo (e atenção o seu partido democrata tinha a minoria no senado!). E o “tio dlhaka” não consegue controlar (para não falar da eliminação) do “bunker” Maringué.


Hermenegildo Chambal

Hélder Menete disse...

Não tenho dúvida alguma que a oposição em qualquer regime monopartidário, joga um papel importante na chamada de atenção a sociedade no sentido de que a tal maneira de viver não é a mais correcta(tendo em conta que maioritariamente os regimes monopartidários são ditatoriais)

Falar de Dlakhama é simplesmente olhar para a realidade nua e crua da falta de liderança no maior partido da oposição moçambicana,

Obama é tido como a esperança do mundo... Dlakhama nunca constituiu vez alguma esperança para os moçambicanos,

Comparar-se a Obama é sem dúvidas patético e lamentável,

Neste momento encontar-se em Nampula(afirma ele não saber quando regressa a Maputo) com um discurso insustentável(diz que irá empossar os seus membros derrotados)

Para além de um discurso pobre como é sua característica,tem também uma personalidade igualmente carregada... aquando de uma conferência de imprensa com jornalistas na capital do norte, ía apelidando os seus camaradas "... aquele baixinho, gordinho de Monapo também vai tomar posse..."

Há muito que se poderia dizer, mas de uma coisa tenho certeza absoluta

OBAMA e DLAKHAMA o que têm de semelhante ou em comum para além de questões naturais ligadas a raça, sexo, antepassados, proveniência é única e exclusivamente a RIMA ENTRE OS NOMES,

Mais não digo.


H.Menete

Hélder Menete disse...

Não tenho dúvida alguma que a oposição em qualquer regime monopartidário, joga um papel importante na chamada de atenção a sociedade no sentido de que a tal maneira de viver não é a mais correcta(tendo em conta que maioritariamente os regimes monopartidários são ditatoriais)

Falar de Dlakhama é simplesmente olhar para a realidade nua e crua da falta de liderança no maior partido da oposição moçambicana,

Obama é tido como a esperança do mundo... Dlakhama nunca constituiu vez alguma esperança para os moçambicanos,

Comparar-se a Obama é sem dúvidas patético e lamentável,

Neste momento encontar-se em Nampula(afirma ele não saber quando regressa a Maputo) com um discurso insustentável(diz que irá empossar os seus membros derrotados)

Para além de um discurso pobre como é sua característica,tem também uma personalidade igualmente carregada... aquando de uma conferência de imprensa com jornalistas na capital do norte, ía apelidando os seus camaradas "... aquele baixinho, gordinho de Monapo também vai tomar posse..."

Há muito que se poderia dizer, mas de uma coisa tenho certeza absoluta

OBAMA e DLAKHAMA o que têm de semelhante ou em comum para além de questões naturais ligadas a raça, sexo, antepassados, proveniência é única e exclusivamente a RIMA ENTRE OS NOMES,

Mais não digo.


H.Menete

Hélder Menete disse...

Não tenho dúvida alguma que a oposição em qualquer regime monopartidário, joga um papel importante na chamada de atenção a sociedade no sentido de que a tal maneira de viver não é a mais correcta(tendo em conta que maioritariamente os regimes monopartidários são ditatoriais)

Falar de Dlakhama é simplesmente olhar para a realidade nua e crua da falta de liderança no maior partido da oposição moçambicana,

Obama é tido como a esperança do mundo... Dlakhama nunca constituiu vez alguma esperança para os moçambicanos,

Comparar-se a Obama é sem dúvidas patético e lamentável,

Neste momento encontar-se em Nampula(afirma ele não saber quando regressa a Maputo) com um discurso insustentável(diz que irá empossar os seus membros derrotados)

Para além de um discurso pobre como é sua característica,tem também uma personalidade igualmente carregada... aquando de uma conferência de imprensa com jornalistas na capital do norte, ía apelidando os seus camaradas "... aquele baixinho, gordinho de Monapo também vai tomar posse..."

Há muito que se poderia dizer, mas de uma coisa tenho certeza absoluta

OBAMA e DLAKHAMA o que têm de semelhante ou em comum para além de questões naturais ligadas a raça, sexo, antepassados, proveniência é única e exclusivamente a RIMA ENTRE OS NOMES,

Mais não digo.


H.Menete

Elísio Macamo disse...

olá ilídio, o que é que ele disse exactamente? justificou a sua afirmaçao? nao vejo, em princípio, muito mal num político, mesmo da estatura de dhlakama, comparar-se a obama se com isso ele quiser dizer, por exemplo, que ele representa a mudança. pode ser ridículo pelo que nós sabemos, mas uma excelente oportunidade para entrar em conversa com ele. por exemplo, aqueles que estao agora em conflito com ele no interior do partido podem se servir do ideal que obama representa para dizerem ao seu líder porque ele devia mudar certas formas de actuaçao. essa comparaçao pode ser uma dádiva para o debate interno na renamo. abraços

Júlio S. disse...

Você também Ilídio, ainda leva a sério o tio Afonso? O tal que vai empossar amigos e gordinhos a força? Só por aí que comparação pode existir com o Obama?